Sombras, muitas sombras, cores sombreadas.
Estou numa casa grande e sei que tem um grande quintal, uma piscina e conexão com a casa vizinha, não sei se é um grande sítio ou um condomínio.
Estou dentro do banheiro de um dos quartos e Suzana Vieira e Zé Mayer tentam consertar o chuveiro porque só sai água azul e me pedem pra ir à outra casa pedir pra fechar a água, ou abrir, sei lá...
No caminho, vejo a piscina, Calixto de terno e gravata e um cara ruivo que não conheço, meio gordinho, com cara amigável.
Chego à outra casa e encontro Glória Kalil, linda, com uma blusa branca de linho com pequenos botões de cristal, há uma senhora que fica conversando de costura conosco, eu digo que a blusa é linda, Glória diz que aquele tipo de costura é raríssimo por causa da forma com que são pregadas as pedrinhas de cristal, eu digo que só conhecia dois jeitos de se prender botões e que nunca tinha visto aquilo.
Nem lembro se pedi pra abrir ou fechar a água, mas estou de maiô preto e Calixto me chama pra ir pra piscina e diz que vai colocar a sunga.
Já estamos na piscina, eu, Calixto e o ruivo que é filho de Glória Kalil.
Chega um ônibus lotado de meninas de uns
De repente, chega outro ônibus, inesperadamente são meninos com cara e jeito de maus e eu desconfio que vá ter confusão.
Os meninos entram na piscina pelados, brigam, xingam e zombam das meninas que estão aterrorizadas.
Converso com uma das meninas, digo que não sei o que está havendo, que não era pra dois grupos estarem ali, principalmente de meninos e meninas, ela simplesmente olha pra mim, não fala nada, fica lá dentro d'água com os olhos arregalados.
Um menino loiro, rosinha e nu entram na piscina num grande pulo.
Olho pra nossa esquerda e tem um grande barranco ao lado da piscina, é de lá que ele pula.
O menino sai da piscina e vai escalando o barranco, as costas e a bunda rosa lá, subindo o barranco, num movimento mais aberto dá pra ver seu cú e eu e a menina de olhos arregalados ficamos lá paradas olhando aquele buraco rosa e pelado e ficamos rindo em pensamento.
Saio da piscina pra entender o que está acontecendo, vou me dirigindo pra perto da casa e avisto um homem de terno preto, arma e rádio, está na cara que é um segurança, mas segurança pra quê?
Entro na casa sentindo que tem alguma coisa muito estranha acontecendo, encontro o ruivo que pede um papel para escrever um recado..
Vou ao banheiro e os dois ainda estão tentando arranjar a água que continua saindo azul, olho em cima da pia e lá está o recado do ruivo, é um convite prum show que vai acontecer à noite, fico achando graça porque ele é guitarrista de uma banda.
Saio do banheiro e vou pruma sala de jantar com uma mesa grande e uma senhora sentada numa cadeira, começamos a conversar e fico sentindo que estamos todos presos ali, vou olhar por uma janela e vejo mais seguranças, um deles vem pra perto da janela onde estou..
Viro pra velhota e digo que estamos sendo ouvidos do lado de fora da casa, fico olhando pras portas, janelas e telhado, fico olhando as telhas e medindo a altura do pé direito e imaginando um plano de fuga escalando a parede, fugindo pelos telhados...
Entra na sala um senhor de farda militar e nos diz que a situação é a esperada, que estamos cercados e que não adianta de nada tentar fugir; ele parece ser nosso amigo, mas não tem como nos ajudar..
Que bando de meninos uó!
Por que cargas d’água essas pestes nos mantêm presos nessa casa?
mhuahuahuahua
ResponderExcluirpronto, voltei a rir.
mas, vem cá, nem
experimenta dormir ANTES de tomar ácido da próxima vez. bjs